Sorriso remanescente...
Hum... quem é você que passa?
Quem é você que veio tão rápido?
Sorriso envergonhado,
Um pouco de orgulho no olhar.
Não é todo dia que se tem coragem.
Sorriso embriagado,
Pára o carro,
Que hoje eu quero é aproveitar...
domingo, 22 de agosto de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Filosofias do Super-forte-mutante metade-homem/metade-inseto
Eita dia dengoso...
La Preguiça Reinante no país das águas claras,
Dos ventos uivantes...
Hora frio, hora sol...
Tempo indeciso.
Vai! Vai!! Avôaa Besourinho!
Que vou indo atrás.
Me perco,
Mas num segundo me acho.
Tempo inconstante.
Voz que se arrasta.
Tempo mudante...
Ou mente mutante?
Alguém me arruma uma carona?
Respira fundo,
Que olhar pra trás leva tempo.
E eu tenho pressa.
Bye morango's class!
La Preguiça Reinante no país das águas claras,
Dos ventos uivantes...
Hora frio, hora sol...
Tempo indeciso.
Vai! Vai!! Avôaa Besourinho!
Que vou indo atrás.
Me perco,
Mas num segundo me acho.
Tempo inconstante.
Voz que se arrasta.
Tempo mudante...
Ou mente mutante?
Alguém me arruma uma carona?
Respira fundo,
Que olhar pra trás leva tempo.
E eu tenho pressa.
Bye morango's class!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Viva las putas!!
O conto é o seguinte: era uma vez, uma camponesa virgem chamada Gertrudes.
Moral da HIstória: Viva las putas...
Sayonara!
Moral da HIstória: Viva las putas...
Sayonara!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Nem tão de longe, a civilização
A gente costuma buscar os braços alheios,
Pensando serem eles responsáveis por nossa calma.
Amplitude exasperada
De cada batida do coração
Quando as mãos alheias nos tocam.
A gente busca os sonhos nos olhares próximos
Deixando, por vezes, o espelho de lado.
Respiração inconstante
Que busca uma droga qualquer para poder sedar
A dor dos devaneios perdidos.
A guerra não vencida
Contra os sonhos que ainda não foram sonhados.
Porque em meio ao insignificante
Estamos perdidos, disformes,
Confortados em nossas falsas esperanças.
Melhor dar um tiro na cabeça.
Renascer.
Jogue fora os neurônios idiotas.
Outro tiro no coração,
Para assassinar a covardia.
Quebre os joelhos e aprenda andar de novo.
Quebre os braços para aprender a estender as mãos.
Fure os olhos e enxergue com seus desejos.
Só não deixe a vida passar assim de graça.
Pior que um corpo sem vida,
É um coração que parou de esperar...
Pensando serem eles responsáveis por nossa calma.
Amplitude exasperada
De cada batida do coração
Quando as mãos alheias nos tocam.
A gente busca os sonhos nos olhares próximos
Deixando, por vezes, o espelho de lado.
Respiração inconstante
Que busca uma droga qualquer para poder sedar
A dor dos devaneios perdidos.
A guerra não vencida
Contra os sonhos que ainda não foram sonhados.
Porque em meio ao insignificante
Estamos perdidos, disformes,
Confortados em nossas falsas esperanças.
Melhor dar um tiro na cabeça.
Renascer.
Jogue fora os neurônios idiotas.
Outro tiro no coração,
Para assassinar a covardia.
Quebre os joelhos e aprenda andar de novo.
Quebre os braços para aprender a estender as mãos.
Fure os olhos e enxergue com seus desejos.
Só não deixe a vida passar assim de graça.
Pior que um corpo sem vida,
É um coração que parou de esperar...
domingo, 30 de agosto de 2009
Casuais
Quem me dera poder apenas
Confiar nesse teu jeito simpático
Retribuir teus sorrisos com meu olhar desconfiado
E deixar que me deitasses
Sem me preocupar com tuas outras intenções.
Entre beijos e dúvidas
Não reviver nossas mágoas
É não querer reprogramar o passado.
Dar as costas aos erros
Para podermos nos embebedar sem medos.
E deixar que me leves em teus braços
Embriagada pelo prazer que teu abraço me traz.
Então o resto será resto,
Até que você adormeça
E enquanto o dia não amanhecer...
Confiar nesse teu jeito simpático
Retribuir teus sorrisos com meu olhar desconfiado
E deixar que me deitasses
Sem me preocupar com tuas outras intenções.
Entre beijos e dúvidas
Não reviver nossas mágoas
É não querer reprogramar o passado.
Dar as costas aos erros
Para podermos nos embebedar sem medos.
E deixar que me leves em teus braços
Embriagada pelo prazer que teu abraço me traz.
Então o resto será resto,
Até que você adormeça
E enquanto o dia não amanhecer...
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Incontrolabilidades
Seja livre do que é pequeno.
Se livre de si mesmo.
Abra espaço para o novo,
Ou quem sabe mesmo,
O velho reformado.
Afinal, certo ao coração
É que um dia ele desaparece.
Então aproveite o tempo que te resta
Para amar em excesso,
Para sentir em excesso.
Arranque sorrisos de si,
E não desperdice seu tempo
Desacreditando nos amores,
Não se perca confundindo egoísmo com amor...
Dependência é falta
E não o êxtase.
A vida é sua maior amante.
Não se importe em viver,
E torne a incerteza uma justa causa.
Se apaixone de verdade,
Se dê a oportunidade do último momento
Repita, repita e repita.
Porque as atitudes alheias são incontroláveis,
E no fim,
Todo fim será igual.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Fairy Tales
Eu me faço
Tu me fazes
Ele me faz
Nós me fazemos
Vós me fazeis
Eles me fazem
Alguns, Pior.
Outros, melhor.
Os amigos me espelham
Os caras me acordam
Mas os bêbados...
São os que me deixam sonhar.
Tu me fazes
Ele me faz
Nós me fazemos
Vós me fazeis
Eles me fazem
Alguns, Pior.
Outros, melhor.
Os amigos me espelham
Os caras me acordam
Mas os bêbados...
São os que me deixam sonhar.
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